Curitiba em 2068. Os tempos são outros, mas nem tanto. Um crime de uma ativista dos direitos humanos é apenas um destaque pequeno naquela noite. Seu assassinato traz consigo uma história que une 2018 à 2068. 50 anos que ligam Marielle e suas mães Ludmila e Gerusa. Uma história que tem como início os acontecimentos que antecedem as eleições de 2018, e os impactos nas trajetórias de vida dessas personagens até 2068. Um distopia não tão distópica assim… Esse “percurso” foi realizado nos dias XX, no fim de semana em que foi realizada a manifestação mobilizada pelos movimentos feministas contra à ascensão de ideais fascistas, machistas, racistas e lgbtqia+fóbicas.
Publicado por caducinelli
Cadu Cinelli é diretor teatral, ator, contador de histórias, artista educador e têxtil, que se apresentou e realizou projetos no Brasil e exterior. É um dos fundadores do grupo Os Tapetes Contadores de Histórias, do qual faz parte há 25 anos. Dirigiu os espetáculos: 3Horizontes (2009); Juvenal, Pita e o Velocípede da Pandorga Cia de Teatro (2015); O Tratado da Senhora Clap (2016); Um sol de muito tempo (2017); e A Travessia da Borboleta da Sangá Cia de Teatro (2019). Como performer apresentou o solo Pequena Epifania entre 2001; com Fabricio Moser atuou e dirigiu o DUO SOBRE DESVIOS entre 2013. Em 2021 cria o projeto de dança Era para ser João na residência artística Investigação do Movimento Particular. Desenvolve o projeto Percursos Afetivos de narração de histórias itinerantes com bicicletas desde 2017 com apresentações pelo Brasil, Peru, Espanha e Portugal. É Doutorando em Geografia pela UFPR, com tese sobre narração de histórias e espacialidades, Especialista em Psicologia Junguiana, pela PUC RIO e Bacharel em Teatro pela UNIRIO. Ver todos os posts de caducinelli






