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Cadu Cinelli

CADU CINELLI

Ator, artista educador e têxtil, contador de histórias, escritor e diretor teatral. Formado em ARTES CÊNICAS pela UniRio (2001); ARTES INTEGRADAS NA EDUCAÇÃO pelo Instituto TEAR RJ (2011); pós-graduação em PSICOLOGIA JUNGUIANA, ARTE E EDUCAÇÃO pela PUC RIO (2012) e FORMAÇÃO EM MEDIAÇÃO EM ARTES E CULTURA pelo Itaú Cultural (2014). Atualmente é Doutorando no Programa de Pós Graduação em Geografia da UFPR na Linha de Pesquisa de Produção do Espaço e Cultura. Além de ter participado de formações e capacitações da área da performance, narração de histórias e do teatro antropológico com Tarak Hammam, Inno Sorsy, Ivana Leblon, Eleonora Fabião, Paul Heritage, Nícia Grilo, Giuliano Tierno, Clare Coburn, entre outras.

Com Os Tapetes Contadores de Histórias

Desde 1998, integra o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias, que ao longo desses anos tornou-se base de sua atuação e formação como artista. Com seu grupo já se apresentou e ministrou oficinas em importantes festivais de narração oral e teatro, além de instituições culturais, sociais e educacionais no Brasil, Austrália, Argentina, Bolívia, Paraguai, Peru, Nicarágua, México, Benin, Portugal e Espanha. Entre 2003 e 2020 realizou mais de 50 exposições interativas do acervo do grupo nas unidades da CAIXA Cultural pelo Brasil, no SESC Consolação, Belenzinho (SP), Tijuca (RJ), Arsenal (MT), Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro, Bibliotecas Populares da Cidade do Rio de Janeiro e CASA DA LITERATURA PERUANA em Lima (Peru).

Em 2016 recebeu com seu grupo o PRÊMIO ZILKA SALABERRY de MELHOR ESPETÁCULO e MELHOR CENÁRIO com a instalação teatral SHTIM SHLIM – O SONHO DE UM APRENDIZ. Projeto d’os Tapetes Contadores que circulou pelas CAIXAs Culturais do Brasil, Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro e Casa da Literatura Peruana em Lima (PERU).

Publicações, escritas e ilustrações

Em 2006, com Warley Goulart ilustrou o livro “O Congo vem aí” de Sérgio Caparelli. No ano de 2020 participa do livro Geografia e Arte organizado pelo Professor Dr. Alessandro Dozena com capítulo escrito em parceria com o Prof. Dr. Marcos Torres. Em 2021 lançou o seu primeiro livro de ficção “Percursos Afetivos” pela Kotter Editorial.

Trabalhos como ator, performer e diretor de teatro.

Como ator, trabalhou com os diretores nos respectivos espetáculos: Warley Goulart (O REI QUE FICOU CEGO 2005-2012, e PASSARINHO À TOA 2009-2014); Inno Sorsy (SHTIM SHLIM – O SONHO DE UM APRENDIZ 2014 – 17), Isaac Bernat (O HOMEM QUE TINHA MEMÓRIA 2014 – 2017), Cleiton Echeveste (PRESENTE DE ANIVERSÁRIO – desde 2017); Joana Lebreiro (DOIS PERDIDOS NUMA NOITE SUJA 1999), Vanessa Ballalai (APAGA-ME OS OLHOS POSSO VER-TE 2005), Tarak Hammam (INSÔNIA 2001 a 2002) e Ana Luiza Magalhães (DE AMOR E MORTE 1999 a 2000). Dirigiu e atuou no espetáculo 3HORIZONTES com contos de Marguerite Yourcenar com co-direção de Tatiana Motta Lima (entre 2009 e 2011), e foi contemplado pelo PRÊMIO FUNARTE DE TEATRO MYRIAM MUNIZ de Circulação. Realizou a performance solo PEQUENA EPIFANIA que foi apresentada entre 2001 e 2005: no SESC Consolação SP (2005), I Festival de Performance de João Pessoa PB, Mostra de Performance de Córdoba (AR), FRINGE do Festival de Teatro de Curitiba PR (2003), SESC Tijuca e Mostra de Performance de Petrópolis RJ (2004). Paralelamente entre 2002 e 2005 coordenou o projeto de performances solos com o coletivo de atores, poetas e artistas visuais que se apresentaram na UNIRIO (2002), no Condomínio Cultural – RJ (2003), Centro Cultural da España em Lima (2004) e SESC Tijuca (2005). Também dirigiu e atuou no espetáculo de teatro-dança DUO SOBRE DESVIOS, ao lado do ator Fabricio Moser. Com o DUO se apresentou na Espanha, Portugal, e nas cidades brasileiras: Campo Grande, Curitiba, Dourados, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

É diretor dos espetáculos infanto juvenis: JUVENAL, PITA E O VELOCÍPEDE (desde 2015) da PANDORGA Cia de Teatro, pelo qual recebeu indicações de MELHOR DIRETOR nos prêmios ZILKA SALABERRY e CBTIJ no ano de 2016 e foi contemplado na mesma categoria pelo FESTIVAL DE TEATRO DE GUAÇUÍ em 2017; O TRATADO DA SENHORA CLAP (2016 – 2019) da Cia As Penélopes Cantadoras de Histórias apresentado no Rio de Janeiro e na cidade de Braga (Portugal); A TRAVESSIA DA BORBOLETA (2019) com a Sangá Cia de Teatro na cidade de Curitiba PR (2019).

Em maio de 2017 estreou na direção do solo UM SOL DE MUITO TEMPO, a partir da obra de Marcelino Freire, com o ator Wilson Belém no ESPAÇO SESC COPACABANA.

Desde agosto de 2017 realiza o projeto de narração de histórias itinerante com bicicletas PERCURSOS AFETIVOS, com a colaboração criativa de Dag Bach na cidade de Curitiba, tendo participado do ART BICIMOB 2017, e do FRINGE do Festival de Teatro em 2018, além de apresentações mensais ao longo do ano de 2018, além de realização da performance na cidade de Pinhais (PR). Em 2019 o projeto participa V Encontro Nacional de Contadores de Histórias de Ponta Grossa – PR e da celebração dos 10 anos da CASA DA LITERATURA PERUANA em Lima (PERU) e na Festa Literária de Cambará – PR em outubro de 2021. Além das apresentações ao vivo, ao longo da pandemia ocorreram mais três experimentos de apresentações online: na Mostra MOVE de Contadores de Histórias; no 4th World Congress of Psychogeography; e no Serformancep – Mostra de Performances de São Paulo. Os primeiros textos das primeiras performances ganharam formato de livro publicado pela Kotter editorial em outubro de 2021.  Ao longo deste mesmo ano foi lançado o podcast Percursos Afetivos ((sonoros)) com participação semanal no programa de rádio Pedaleira na Cultural 930AM e disponibilizado numa primeira temporada em plataformas tocadoras de podcast.

Foi artista residente do programa de dança “Investigação do Movimento Particular” (IMP) na cidade de Curitiba entre 2020 e 2021. Com orientação de Juliana Adur e Gabriel Machado criou e performou o projeto do site instalação/dança ERA PARA SER JOÃO.

Projetos de Arte Educação:

Idealizou e coordenou o projeto DA PALAVRA AO FIO entre os anos de 2010 a 2015, em que realizou processos de mediação entre comunidade, escolas e centros culturais  nas cidades de Lençóis (BA), Serra Azul de Minas e Milho Verde (MG), São Francisco de Itabapoana e Rio de Janeiro (RJ) e Cotonou, Porto Novo e Ouidah (Benin). Inclusive em Benin foi colaborador artístico dos projetos L’Art de la Liberté e Les contes brodeé de Nasrudin coordenados por Inno Sorsy com The Company of Common Sense. Com este projeto foi contemplado com: BOLSA FUNARTE DE CIRCULAÇÃO LITERÁRIA (2010-2011), PROGRAMA FUNARTE DE INTERCÂMBIO E DIFUSÃO CULTURAL – MINC 2012, FOMENTO DA CULTURA CARIOCA 2014 E 2015.

Atuou como artista-educador no PROGRAMA SEGUNDO TURNO CULTURAL da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro com as Oficinas Lúdica de Contos em escolas municipais entre os anos de 2009 a 2013.

No ano de 2018 integrou a equipe de agentes de leitura do projeto AGENTES DE LEITURA DO PARANÁ pelo GOVERNO DO ESTADO PARANAENSE atuando em escolas e instituições sócio educativas da cidade de São José dos Pinhais (PR). No mesmo ano foi contemplado como contador de histórias da cidade de Pinhais (PR) através de edital municipal, se apresentando nas bibliotecas, centros culturais e sociais do município ao longo de todo ano. Em 2019 integra o projeto COTIDIANO LEITOR como oficineiro nos CENSES de São José dos Pinhais e Curitiba (PR).

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