Maria Poeta decide não ir trabalhar naquele dia como diarista num dos apartamentos da classe média alta no bairro do Batel. Maria Poeta decide escrever naquele dia. Escreve o que lhe resta como salvação de si mesma. Esse “percurso” ocorreu nos dias 25 e 26 de agosto de 2018. O ponto de partida foi na Boca Maldita, percorrendo pelo “centrel” (Centro/Batel), para chegar na Praça Rui Barbosa. Foi o primeiro em que a história de uma única personagem é contada ao longo de todo o percurso.
Publicado por caducinelli
Cadu Cinelli é diretor teatral, ator, contador de histórias, artista educador e têxtil, que se apresentou e realizou projetos no Brasil e exterior. É um dos fundadores do grupo Os Tapetes Contadores de Histórias, do qual faz parte há 25 anos. Dirigiu os espetáculos: 3Horizontes (2009); Juvenal, Pita e o Velocípede da Pandorga Cia de Teatro (2015); O Tratado da Senhora Clap (2016); Um sol de muito tempo (2017); e A Travessia da Borboleta da Sangá Cia de Teatro (2019). Como performer apresentou o solo Pequena Epifania entre 2001; com Fabricio Moser atuou e dirigiu o DUO SOBRE DESVIOS entre 2013. Em 2021 cria o projeto de dança Era para ser João na residência artística Investigação do Movimento Particular. Desenvolve o projeto Percursos Afetivos de narração de histórias itinerantes com bicicletas desde 2017 com apresentações pelo Brasil, Peru, Espanha e Portugal. É Doutorando em Geografia pela UFPR, com tese sobre narração de histórias e espacialidades, Especialista em Psicologia Junguiana, pela PUC RIO e Bacharel em Teatro pela UNIRIO. Ver todos os posts de caducinelli






