Improviso. Olhares atentos para o que acontece. As histórias acontecem ali ao nosso olhar, prontas para serem contadas. É no relance. No acontecimento ali à nossa frente. Microhistórias que duram a travessia de uma faixa de pedestres, o tempo de virar a cabeça, os segundos que da espera de um sinal, ou na interrupção do encontro com a pessoa transeunte. Esse percursos se dá ao acaso do encontro inesperado. Quando menos se espera a história que acontece ali vira narrativa do contador-ciclista. Esta apresentação aconteceu no 5o Festival Nacional de Contadores de Histórias de Ponta Grossa – PR em junho de 2019.
Publicado por caducinelli
Cadu Cinelli é diretor teatral, ator, contador de histórias, artista educador e têxtil, que se apresentou e realizou projetos no Brasil e exterior. É um dos fundadores do grupo Os Tapetes Contadores de Histórias, do qual faz parte há 25 anos. Dirigiu os espetáculos: 3Horizontes (2009); Juvenal, Pita e o Velocípede da Pandorga Cia de Teatro (2015); O Tratado da Senhora Clap (2016); Um sol de muito tempo (2017); e A Travessia da Borboleta da Sangá Cia de Teatro (2019). Como performer apresentou o solo Pequena Epifania entre 2001; com Fabricio Moser atuou e dirigiu o DUO SOBRE DESVIOS entre 2013. Em 2021 cria o projeto de dança Era para ser João na residência artística Investigação do Movimento Particular. Desenvolve o projeto Percursos Afetivos de narração de histórias itinerantes com bicicletas desde 2017 com apresentações pelo Brasil, Peru, Espanha e Portugal. É Doutorando em Geografia pela UFPR, com tese sobre narração de histórias e espacialidades, Especialista em Psicologia Junguiana, pela PUC RIO e Bacharel em Teatro pela UNIRIO. Ver todos os posts de caducinelli

